terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Setores que mais vão empregar no Brasil em 2020 - Lista de empresas e dicas de Vagas

Se você é um trabalhador qualificado e gostaria de conseguir um emprego no Brasil, não será difícil encontrar boas ofertas das empresas brasileiras. Estima-se que 69% das empresas deste país se vêem prejudicadas por falta de mão-de-obra qualificada, especialmente no sector da construção, que é o setor que mais vai gerar vagas de emprego em 2020. 


A falta de pessoal especializado, devido principalmente a um sistema educacional frágil, é motivo de preocupação para as empresas e um obstáculo para o desenvolvimento econômico do país. É por este motivo que tanto as empresas pequenas como as grandes multinacionais contratam mão-de-obra qualificada no estrangeiro.

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Que empresas buscar emprego?


Com vários anos de estabilidade econômica e crescimento, o território brasileiro hoje concentra as principais empresas da América Latina, que dominam o mercado regional. Mesmo assim, as multinacionais estrangeiras estabelecidas no Brasil continuam a aumentar em número.

Se quiser trabalhar neste país, você pode entrar em contato com alguma das empresas multinacionais que têm filiais no seu país de origem. Algumas das empresas multinacionais mais conhecidas são o Banco Santander, a Telefónica, Nokia, Cisco, Mapfre, Prosegur, a Repsol YPF e a Sol Meliá, concentradas em sua maioria no centro financeiro e comercial do país por excelência, que é a cidade de São Paulo.

Mas, em geral, as empresas não fazem contratações de estrangeiros no Brasil, mas que gerem a contratação do trabalhador, antes da partida do seu país de origem, e muitas vezes são responsáveis também da obtenção do visto. Por esse motivo, se você quiser trabalhar no Brasil, a melhor estratégia é entrar em contato com as empresas a partir de seu próprio país. No entanto, não é uma boa opção de tirar um visto de turista e viajar para solicitar emprego pessoalmente, porque as chances de sucesso são realmente escassas.

Atualização da taxa de desemprego no Brasil


A taxa de desemprego no Brasil caiu ligeiramente para 12,3 % da população economicamente ativa no trimestre encerrado em maio, mas o número de desempregados ainda está acima de 13 milhões e o de subempregos alcançou o recorde de 28,5 milhões de pessoas - veja aqui a análise completa. 

De acordo com o relatório divulgado nesta sexta-feira pelo estadual Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego caiu 0,4 pontos percentuais no último ano, a partir de 12,7%, medido no trimestre de março a maio de 2018 até 12,3 % no mesmo período de 2019.

A taxa também caiu na comparação com os períodos imediatamente anteriores, de 12,7% no trimestre encerrado em março deste ano e até 12,5% no trimestre que acabou em abril e até 12,3 % no finalizado em maio.

Taxa de desemprego no Brasil cai vagarosamente mas ainda preocupa economistas

A taxa de desemprego no Brasil fechou o trimestre em 11,8% em setembro. Registou-Se um ligeiro declínio, tanto em relação ao trimestre anterior, encerrado em junho –quando 12% da população estava desempregado–, como para o trimestre que terminou em setembro do ano passado (11,9%).

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad Contínua).

O país conta com 12,5 milhões de desempregados, 251 mil pessoas a menos do que no trimestre anterior. Na mesma comparação, a população ocupada atingiu os 93,8 milhões de habitantes, um aumento de 459.000 pessoas.



A população fora da força de trabalho se manteve estável, com 64,8 milhões de pessoas. A taxa de subutilização da mão-de-obra ficou em 24%, o que representa uma redução de 0,8 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. No total, são 27,5 milhões de pessoas que gostariam de trabalhar mais horas.

A população inativa desanimada, que são as pessoas que abandonaram a busca de trabalho, é de 4,7 milhões de pessoas, o que representa uma descida de 3,6% na mesma comparação.

Após dois anos seguidos de retração, que afundaram a maior economia sul-americana, o Brasil tem crescido lentamente, 1,0% em 2017 e outro 1,0 %, em 2018, e a previsão é de que sofrer este ano uma desaceleração, pois o Banco Central projeta para 2019 uma expansão de apenas 0,8 %.



Os economistas, além disso, temem que o Brasil frente uma nova recessão técnica, já que o PIB se retirou no primeiro trimestre deste ano e a expectativa é que registre outro crescimento negativo no segundo trimestre.

A economia brasileira caiu 0,2 % no primeiro trimestre deste ano frente ao último trimestre de 2018 e, no caso de fechar um novo trimestre negativo e acumular dois consecutivos de queda, o país entraria em que se considera uma "recessão técnica".